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Bomber jacket fever: como usar a queridinha da estação

25 / 04/ 2017

 By Paula Guerra

Oi, gente! Tudo bem? O post de hoje é sobre uma peça que chegou com tudo e conquistou o coração das fashionistas pelo mundo: a jaqueta bomber. Com elásticos nos punhos e no comprimento, estas jaquetas surgiram no período da 1ª Guerra Mundial, para manter os combatentes aquecidos em períodos de frio intenso. Atualmente, a peça está repaginada e é uma das queridinhas da temporada. Com um pegada mais esportiva, elas vão bem com quase todas as combinações.

 

Bomber jacket fever para inspirar as manas curvilíneas:

A bomber jacket é a sobreposição perfeita para valorizar a cintura e o colo. Se joga nela, mana! Por conta dos elásticos nas mangas, estas peças tendem a ficar mais soltinhas nos braços, super confortáveis para os dias de outono. Por baixo, OUSE! Aposte em blusinhas mais justas, transparência, bodies e t-shirts divertidas.

 

Elas também ficam incríveis com camisetas e vestidinhos básicos, pois dão um up na produção. Jeans é sempre uma boa pedida e você pode arrasar por aí combinando-as com outro trend do momento: as calças rasgadas.

A jaqueta bomber se adapta aos mais variados estilos, depende de como você irá montar sua composição. O que está em alta são os looks athleisure, que misturam peças casuais e esportivas que deixam o outfit cheio de estilo e personalidade, que tal?

 

Tenho visto opções maravilhosas (com tamanho GG, uhuuu) nas lojas de fast-fashion como Renner, C&A e Forever 21. Vale a pena dar uma passadinha nas unidades mais próximas para conferir.

 

A minha favorita é essa da Wear Ever (loja favorita da vida), que tem um unicórnio nas costas. ♥

Na foto: eu e a Nicole do blog Fashionick

 

E aí, curtiu? Que tal aderir a este modelo de jaquetinha que tem tudo para ficar LINDA em você?

 

Era isso por hoje! Até o próximo post, girls. Espero vocês nas minhas redes sociais!

 

Instagram: @paulaguerra_
Facebook: /paulaguerraa

 

Tamanho ”único” pra quem? A saga da meia-calça arrastão

18 / 04/ 2017

 By Paula Guerra

Oi, girls. Tudo bem? Esse é o meu primeiro post oficial como blogueirinha da Margot e hoje vamos conversar sobre a tendência da meia-calça arrastão. Este item voltou com tudo e podemos ver diversas fashionistas desfilando por aí com meia por baixo da calça jeans rasgada, usando com saia, shorts e outras peças que ficam incríveis se combinadas com a queridinha da vez.

 

A meia-arrastão foi um clássico dos anos 80, principalmente na cena rock/punk e como tudo na moda é um ciclo, ela está de volta com uma pegada mais moderna. Até aí, tudo lindo e maravilhoso. Até eu, com meu manequim 44/46, querer aderir ao trend. Fui até a loja da Lupo no shopping de Novo Hamburgo para adquirir a tal must have. Quando chego, questiono a vendedora – “Oi, moça! Tem meia arrastão?” Ela rapidamente me disse que sim e então eu paguei e levei feliz da vida! Junto com ela, comprei uma calça jeans soltinha em outra loja, na qual fiz rasgos bem grotescos, tudo como manda a febre fashion do momento.

Queria usá-la para uma viagem a São Paulo, mas para minha surpresa, vestir aquela meia foi uma verdadeira tortura! As “redinhas” da arrastão até esticaram bastante no meu caso, pois sou baixinha, mas o elástico da cintura é projetado para manequins até o 40/42 no máximo e, quando chegou na parte do quadril, parecia que não iria subir de jeito nenhum.

O tal look com meia arrastão.

 

Após tentar esticar de todas as formas, consegui vestir, porém, com o tanto que forcei, a meia rasgou em alguns pontos. Tudo certo. Por baixo da calça ninguém iria ver e eu conseguiria ficar mais ou menos “confortável”. Me enganei. A meia me incomodou tanto, que chegando ao meu destino, após algumas fotinhos pra registrar o outfit que tanto custou pra colocar, prontamente troquei para algo que não limitasse meus movimentos.

Depois de todo esse relato eu levanto um questionamento: tamanho “único” pra quem? Pra mulheres que vestem do 34 ao 42? E o restante da população feminina, curvilínea e estilosa que quer usar as tendência tudo? Fiquei decepcionada. Eu sabia que o fabricante produzia a meia arrastão somente nesta proporção, mas não achei que fosse tão limitada. Acredito que as marcas que produzem o tamanho “U” e colocam uma tabela que, claramente não comporta à todas atrás de seus rótulos, não deveriam usar este termo. Até porque, magrinhas ou gordinhas, concluo que não existe um tamanho único. Cada mulher possui formas diferentes e já temos que nos preocupar tanto com as outras letrinhas que rotulam os nossos corpos: PP, P, M, G, GG, EG e afins. ALÔ MARCAS, vamos produzir as peças cool em grande escala mas também em tamanhos REAIS? Minha utopia.

 

Após esse desabafo, finalizo por aqui! Espero que tenham gostado, lindas. Vejo vocês nas minhas redes sociais. Instagram: @paulaguerra_ e Face: paulaguerraa

 

Até o próximo post, beijo! <3

 

Sobre quem eu sou, porque estou aqui e os rumos do Lado GG

10 / 04/ 2017

 By Paula Guerra

É sempre muito bom falar sobre o que a gente gosta, mais do que isso, é muito bom falar sobre o que a gente é. Eu assumo o Lado GG com uma missão muito importante: além de produzir conteúdo voltado para um público tão especial quanto o plus size, também entro com a missão de propagar a aceitação. Aceitação essa, que por vezes é difícil pra mim e, por isso, eu vou utilizar este espaço para aprender e dividir meus anseios nessa luta diária que é a busca pelo amor próprio. Mas, afinal, quem é Paula Guerra? Eu sou uma guria de pernas curtas e sonhos gigantes. Tenho 21 anos, sou gaúcha, nascida e criada em Novo Hamburgo. Sou escorpiana e me considero decidida, curiosa e otimista.

FOTOPERFILPAULA

Escolhi ser jornalista aos 9 anos e, agora cursando, vejo que fiz a escolha certa. Eu gosto de moda, redes sociais, entretenimento e assuntos relacionados à beleza, mais especificamente nas áreas de glam & makeup, porque eu amo e não vivo sem maquiagem, vide o delineado gatinho de todo dia, rs. Vim parar na Margot Magazine através da Nicole Dias, que escreve para o blog Fashionick, através da indicação dela veio o convite e eu não poderia estar mais feliz por isso. Deixo aqui o meu agradecimento público para à Nic, minha colega de trabalho (chefinha, hihi) e amiga e também às meninas da Margot por esta oportunidade. <3

Eu espero continuar fazendo o excelente trabalho que a diva Janice Piasson fazia e seguir encorajando e compartilhando ideias e assuntos voltados às manas curvilíneas. Dito todos esses protocolos de primeiro post, é isso por hoje, né? Vamos nos conhecer melhor ao longo das publicações e eu não vejo a hora de começar a escrever pra vocês! (Esqueci de citar que sou ansiosa também, hehe). Enfim, até loguinho. ♥ Beijos!

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NÃO, OBRIGADO.