Acessar versão desktop

MODA

ACESSÓRIO

BEAUTÉ

LIFESTYLE

BLOGS

MARGOT STREET

Quem é a Margot na TPM?

15 / 05/ 2015

 By Marcela Brown

IMG_8550

É a Marcela. Mas pode ser você, sua amiga, a colega de trabalho, a vizinha, ou a mensagem de voz gratuita. Tanto faz. Mas, por favor, não confunda a alcunha deste recanto com o conceito fisiológico da TPM, aquele truculento período que corrompe hormônios femininos, assola a disposição, dizima o bom senso e faz da mulher o temor dos maridos, o pesadelo dos colegas de trabalho e a alegria da sorveteria mais próxima. Não, não mesmo.

Aqui a TPM não é um mau-humor sazonal hormonal e sim um estado de espírito desencadeado por um fator alheio à sua própria vontade. TPM é o infame jingle de espera do telefonema para a operadora do seu cartão de crédito clonado. TPM é o namorado na TPM. TPM é a fila das pessoas sem noção no hipermercado ou no caixa eletrônico (quem nunca?). TPM é a política brasileira no fim da linha. TPM é, finalmente, tudo isso e muito mais, é um pouco de tudo e de tudo um pouco. A gente poderia até desdobrar a sigla para Terapia Prática da Margot, mas isso pode ficar ao critério da nobre leitora (ou leitor). Aliás, pode rir ou chorar que a gente vai te entender.

A quem possa interessar: Marcela Brown é Jornalista, estudante de Direito, diretora de marketing e jornalismo da Margot Magazine e geminiana inveterada. Odeia bagunça, Facebook, filas de toda espécie, acúmulo de cacareco, sachê de maionese, cerveja quente, telemarketing e Big Brother Brasil – não necessariamente nesta ordem. Especialmente na TPM.

Facebook: sete perguntas (pouco) frequentes

21 / 05/ 2015

 By Marcela Brown

Print

Quem me conhece sabe que eu sempre disse que nunca teria um perfil no face. Mas, no rumo dos acontecimentos, fui persuadida por mim mesma a me enredar nas teias dessa estranha rede social. Como novata, tenho algumas dúvidas e listo-as aqui, certa de que serei auxiliada ao menos em alguma medida. 

 

1 – Se eu precisar de grana ou furar o pneu do carro eu posso chamar um amigo do face para me ajudar sem qualquer tipo de ônus ou juros alto?

 

2 – Se um amigo do face precisar de grana ou furar o pneu do carro eu posso não querer ajudar, caso isso não resulte em vantagem devida à minha pessoa?

 

3 – O Facebook tem perfil do Facebook? Em caso afirmativo, tudo bem se eu não curtir o Facebook? Tipo, porque eu não gosto do Facebook, então eu não curtiria ter

que curtir ele caso ele tivesse um perfil ou uma Fanpage. Neste caso, seria considerado mera desfaçatez enquanto usuária ou acidental desvio contraditório de conduta?

 

4 – Se eu posso curtir um comentário, eu também posso curtir a curtida do comentário? Na mesma linha de raciocínio lógico, seria igualmente possível curtir a curtida da curtida da curtida, assim, infinitamente?

 

5 – Se eu posso responder um comentário, eu também posso responder à resposta respondida no comentário e assim infinitamente, como na questão acima? Um lance meio socrático, do tipo: só sei que nada sei e vai respondendo até o infinito?

 

6 – Se eu curto, tu curtes, ele curte, nós curtimos, vocês curtem e eles curtem, seria relevante afirmar que no Facebook todo mundo é curtido? Tipo ovo curtido?

 

7 – Se eu curtir um post triste no face significa que eu curto coisas tristes, significa que eu curto curtir coisas tristes ou, ainda, significa que eu curto curtir coisas tristes como forma de expressar que aquela coisa triste curtida me tocou, mas que o fato de eu ter curtido o post triste não implica em eu necessariamente ter curtido a tristeza intrínseca, tampouco o post em si? Confere, produção?

 

Gente, por enquanto é isso, estou tentando sobreviver no habitat cibernético, mas é tudo ainda muito novo para mim, espero que compreendam.

 

 

Imagem Freepik/Reprodução

123