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As mulheres que não eram feministas

08 / 03/ 2016

 By Bruna Schneider

Durante muito tempo da minha vida eu não me declarei como feminista. Hoje parece piada, mas há alguns anos não era bem assim. O feminismo que eu via na televisão e na internet era o do FEMEN e o do Pussy Riot. Ou seja, mulheres seminuas invadindo igrejas e instituições com palavras de ordem, quebras de ícones religiosos, marcha das vadias, essas coisas. Bom, vocês sabem.

 

Cada um tem a sua luta e as suas razões, mesmo eu não concordando. Eu não me via nessas garotas. Elas não falavam a minha língua – e talvez não falem até hoje. Nada contra. Só não me identifico. E, por isso, disse em alto e bom tom durante anos que eu não era feminista.

 

Mas, com o passar dos anos, a vida fica mais complicada, a gente vai amadurecendo e entendendo melhor as coisas. Minha mãe sempre teve razão ao dizer que a opinião das pessoas muda e que você vai ser várias pessoas ao longo da vida. É normal. É pertinente ao crescimento humano. E foi nessa fase que descobri que o feminismo não era bem aquilo que eu via na mídia. Eis que a ficha caiu:

 

Eu era feminista e não sabia.

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Descobri isso quando comecei a entender, de fato, o que era o feminismo: acreditar na igualdade econômica, política e social entre os sexos. Só isso. Não é pedir muito.

 

Foi então que comecei a trabalhar e vi que tinha homens desempenhando a mesma função que eu, realizando-a porcamente e recebendo um salário melhor que o meu; quando fui chamada de gostosa por um asqueroso desconhecido na rua e tive que me calar por medo de ser agredida; no momento em que deixei de usar saias, vestidos e bermudas no transporte público por medo de ser encoxada ou assediada; quando fui calada em uma reunião de trabalho porque “mulher não entende dessas coisas” ou quando tive que usar um amigo meu como namorado nas casas noturnas para os caras me respeitarem.

 

Eu odiava tudo isso.

 

Eu queria que as coisas fossem diferentes.

 

Eu não aguentava mais ficar quieta vivendo em uma realidade que me prejudicava por causa do meu sexo.

 

Eu descobri que era feminista.

 

Assim como uma sociedade, há também uma pluralidade no grupo feminino. Cada mulher carrega uma luta diferente, muitas até que eu nem conseguiria explicar da melhor forma. Cada uma tem uma cruz específica para carregar. E são várias, na verdade. Mas é claro que isso não inibe o fato de tentarmos compreender cada luta e prestar uma palavrinha bem mágica: sororidade.

 

Migas, somos mais fortes juntas. Queimem seus sutiãs da maneira que conseguirem, no ritmo que for. Mas deem o primeiro passo.

 

Foto: Reprodução/Web

 

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A incrível geração de mulheres mal amadas

07 / 03/ 2016

 By Bruna Schneider

Elas não andam sorrindo muito pelas ruas. Muito pelo contrário. Dependendo do momento, fazem até cara de competidora do UFC, mais agressiva até que Ronda Rousey no octógono. No olhar, um misto de sentimentos que envolve “não mexe comigo” com “posso te bater na sua cara, se quiser”.

 

Elas evitam ser simpáticas. Acham que não são obrigadas. Respostas curtas e talvez grossas. Sem delongas, sem aberturas, sem entrelinhas. Diretas. Talvez nem haja tempo para respostas.

 

Elas, no trabalho, podem ser a sua pior colega. Trabalham duro. Falam grosso. Não se deixam ser interrompidas. Sua opinião ficará sempre evidente. Elas gostam de se posicionar. Não ouviram o que ela disse? Ela fala em alto e bom tom quantas vezes for necessário. Não gostou? Pede pra sair!

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Elas estão sempre na TPM. Pelo menos é o que andam dizendo por aí, assim como que talvez elas devessem transar mais. Aliviar o estresse. Tirar aquela constante cara de brava. É o que falam. 

 

E como elas reclamam! Deus! Vivem querendo coisas, o tempo todo. Problematizam demais. Veem complicação em tudo. Uma enciclopédia de mimimi. É o que andam comentando por aí.

 

Essa incrível geração de mulheres mal amadas, que contam os sorrisinhos que podem dar em público, que evitam ceder o seu pouco espaço com quem não lhes convém, que não gostam de ser olhadas e elogiadas por qualquer um, que colocam o pau na mesa e detestam ter que usar essa expressão.

 

Essas mulheres mal amadas.

 

Foto: Reprodução/Rede Globo

 

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Para refletir: somos a geração Peter Pan?

15 / 02/ 2016

 By Bruna Schneider

No último final de semana eu li um texto que foi um verdadeiro tapão na cara. Sério. O autor falava sobre como a nossa geração, que as pessoas decidiram chamar de Y, acha que vive num parque de diversões e esquece da vida real. Em outras palavras, é isso. Se você quiser ler o texto e chorar comigo, veja aqui.

 

E não é que o cara tem razão? Aposto que você já se pegou pensando em como os seus pais conseguiram comprar uma casa, casar, sustentar uma família, ter um carro na garagem e tudo isso antes dos 30 anos. E você, aí, ansioso pela estreia da nova temporada da sua série favorita, ganhando um salário mínimo em um lugar que te disseram que te dava prestígio, conforto e uns cafés de graça. Ah, sem esquecer do quanto você vai parecer descolado se lá trabalhar.

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É nisso que a gente se transformou? Na geração Peter Pan que vive na Terra do Nunca e nos esquecemos de crescer? Que as responsabilidades de uma vida adulta são uma cruz pesadíssima que precisamos carregar e que “nossa, que vida difícil”?

 

Se você está confortável na Terra do Nunca, ok. Mas está proibido reclamar que não sai do aluguel ou do salário mínimo.

 

Já passou da hora da nossa geração cumprir toda liberdade e revolução que prometeu. Ser tudo isso só na internet não dá. Não queremos uma mudança agora, mas que tal dar o primeiro passo? Reclamar no Twitter não vai deixar nossa geração mais descolada. Só se for da realidade.

 

Fotos: Reprodução/Web

 

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Volta, Orkut! Porque por aqui não tá fácil…

03 / 02/ 2016

 By Bruna Schneider

A gente sabe que a vida não tá fácil pra ninguém. Mas isso a gente sabe só agora. Ou percebeu só agora. Todos nós temos problemas e antes depositávamos nossas angústias em SMS cazamiga, escrevendo em nossos diários ou, no máximo, criando um blog emo reclamando da vida e chorando as pitangas. Era praticamente isso.

 

Mas hoje, basta logar em seu Facebook, Twitter ou Snapchat que não vai demorar muito para você ver imagens como esta:

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Ou essa: 

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E ainda essa:

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Das duas uma: ou a nova moda internética é sofrer ou o negócio tá ruim pra todo mundo. Reclamar nas redes sociais gera um senso de empatia, em que você encontra não só os seus amigos que têm os mesmos problemas que os seus, mas gente de todos os cantos que se une em prol de reclamar por alguma causa em comum. Algumas dessas reclamações viraram até memes, como o “Queria estar morta” ou “Não está sendo fácil”.

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A impressão que isso tudo passa é que ninguém mais está com tesão em viver ou pelo menos se esforçar para mostrar que está tudo bem. Que é normal tomar um banho de chuva no caminho do trabalho ou faltar dinheiro no final do mês. Acontece ¯\_(ツ)_/¯

 

A gente até pode considerar tornar as redes sociais uma grande terapia em grupo, mas vamos tentar fazer isso com bom humor?

 

Se isso não funcionar, lembre-se: era isso que eu via no Orkut?

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Fotos: Reprodução/Web

 

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Manual prático do atleta iniciante

05 / 01/ 2016

 By Bruna Schneider

Faz umas semanas que decidi começar a me mexer. Alguns chamam de fazer exercício, eu chamo de desenferrujar. Desde que fui morar sozinha e tive que conciliar uma rotina intensa de trabalho + aula + dona de casa + sono razoável, faltou tempo e energia para praticar algum exercício que não fosse carregar as sacolas do supermercado até em casa.

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Como consequência de uma rotina nada saudável, optei por fazer alguma coisa que fizesse bem para o meu corpo, depois de 23 anos dedicados ao bem estar mental. Sem dinheiro e com disposição, peguei um tênis velho e uma roupa confortável e fui pra rua. Eu corri até onde pude. Depois caminhei. Depois corri. E por fim morri. E, amigos, foi bem legal. Acho até que meus resultados estão bons para o pouco tempo dedicado.

 

Para incentivo próprio, baixei o Spotify no meu celular para poder ouvir algumas músicas inspiradoras. Ouço desde Beyoncé e Rihanna até Led Zeppelin e Guns’n’Roses. Também fiz o download de um aplicativo para monitorar meu exercício e, gente, como esse app é espertinho.

 

Preciso confessar que fiquei chocada com a pressão que o app faz para compartilhar os resultados dos exercícios. Sério. Qualquer coisinha que você faz, ele convida – ou obriga – você a divulgar isso para os quatro cantos e esbanjar uma vida saudável. Não.

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Longe de ser uma promessa para 2016, decidi dar mais atenção ao meu corpo. Longe (bem longe) também de querer terminar o ano à la Gracyanne Barbosa ou Gabriela Pugliesi, só quero uma vida mais saudável mesmo. Indico fortemente. É de graça, pode se adequar ao tempo que você tem e te deixa bem mais disposto. Fora as dores nas pernas nos primeiros dias, é claro.

E vocês, o que praticam?

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Imagens: Reprodução/Web

 

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Foca na fé que 2016 vai ser melhor sim!

31 / 12/ 2015

 By Bruna Schneider

Todo final de ano é a mesma coisa: enquanto você ouve algum axé do verão, pula algumas ondas e vê os fogos de artifício (que na verdade só fazem barulho e nada mais), o sentimento é um só: o desejo que o próximo ano seja incrível. É por isso que existe uma penca de simpatias e que as lojas vendem mais lingeries nessa época do que no Dia dos Namorados.

 

 

A virada do ano é quase mística. Mexe com os instintos de todo mundo. Até os mais céticos irão concordar que nessa época brotam bons sentimentos e a esperança de um amanhã mais legal do que o 7×1 que já vivenciou. A gente acredita. Se isso é bom ou não, não importa. Mas o sentimento coletivo diz para apostarmos mais uma vez.

 

 

Eu nunca fui muito adepta a mandingas e simpatias. Nada contra. Só não acredito. Já passei o ano novo com cores escuras, meio gótica suave, e to aí, de boas. Também nunca enfiei 84 uvas na boca enquanto recitava algum cântico gregoriano pulando com um pé só porque pretendo começar o ano com saúde e não engasgada e com uma perna quebrada. Mas cada um cada um.

 

 

Minha única simpatia é ter muita fé no futuro. Muita, muita mesmo. E no final do ano isso fica ainda mais evidente, em um misto de sentimentos que envolvem a vontade de ver o ano acabar e a crença de que o próximo ano será especial. É sempre assim.

 

Que você tenha muita esperança no próximo ano e que você alcance o que deseja. A gente sabe que 2015 foi difícil pra todo mundo, mas que tal apostar no futuro com bom humor e credulidade? Podem contar comigo para dividir as tragicomédias cotidianas aqui no blog e tentar deixar tudo um pouco mais divertido.

 

Bom Ano Novo pra vocês e voltem com saúde.

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Imagens: Reprodução/Web

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Alguém aí falou em projeto verão?

17 / 12/ 2015

 By Bruna Schneider

Chega o calor e com ele vem:

 

a) Mosquitos
b) Suor
c) Ônibus lotado feat. falta de desodorante
d) Queimaduras solares
e) Academia
f) Todas alternativas anteriores

 

Infelizmente a gente é obrigado a aguentar as quatro primeiras alternativas. A quinta não.

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Não sei vocês, mas já vi uma penca de academias com cartazes na frente dizendo “não perca tempo, perca a barriguinha. Projeto verão 2016″. Sério. Além do péssimo argumento, causar comoção geral devido a uns quilos a mais não é a melhor saída.

 

É super OK querer emagrecer, “perder uns quilinhos” e tal. Mas por que só no verão? Ah, porque ninguém quer passar vergonha de biquíni, não é?

 

Mas gente, passar vergonha é fazer o Cunha, mandar carta pra Dilma ou mandar nudes pra família. Estar fora dos padrões estéticos vestindo biquíni não é motivo para ter vergonha. Cês tão lokas?

 

Ninguém é obrigado a deixar de vestir o que gosta por medo do que vão pensar. Afinal de contas, quem se importa?

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Por isso, antes de cogitar uma dieta ou uma academia para poder usar biquíni, vista um e seja feliz.

 

Fotos: Reprodução/Web

 

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Não leia os comentários

10 / 11/ 2015

 By Bruna Schneider

Tem um negócio que anda estragando meus dias, me dando uma GASTURA. Isso se chama: ler os comentários. Pode ser nas redes sociais ou sites de notícias. Não importa. Minha curiosidade jornalística (que desculpa!) encaminha meus olhos diretamente ao campo de comentários do que quer que seja. Fico me perguntando sobre o que será que as pessoas pensam sobre determinado assunto, principalmente quando algo é meio ~polêmico~.

 

Que erro.

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Em 80% das vezes saio decepcionada dessa sessão de tortura que é ler os comentários. As exceções são quando a página é de humor e as pessoas têm boas piadas ou memes sobre algum assunto. Inclusive, alguns até vêm parar no blog. He he. Mas em geral não é assim não.

 

Nessa semana a Revista Época divulgou a sua nova capa com a chamada A Primavera das Mulheres. Na publicação há uma matéria sobre a forte onda do feminismo nas ruas e redes sociais. Os comentários sobre isso?

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Esse é apenas um caso de CAÇA-BAD. Ler comentários é caçar bad. É querer ficar na pior. É CADA COISA!

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Eu realmente me espanto com a capacidade do ser humano em despejar ódios e revoltas atrás de um computador. É fácil, né? O que falar daqueles comentários racistas feitos em uma publicação da atriz Taís Araújo? Gente, que mundo é esse?

 

Decidi não ler mais os comentários. A não ser o de vocês aqui no blog <3 ou em posts de nível light. Tretas em comentários? Não mais. Já que a gente não tem mais como se desvencilhar de tanto ódio e preconceito no mundo, pelo menos nas redes sociais quero estar a salvo. 

 

Imagens: Reprodução/Web

 

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Reflexões sobre a tão falada crise de idade

26 / 10/ 2015

 By Bruna Schneider

Faço 23 anos essa semana. Não estou dizendo isso porque quero presentes e tal – mas não ficarei brava se me derem – e sim porque vi reações desse tipo:

 

– Nossa, tô ficando velha MDS
– Nossa, que sdd dos meus 23 (e a pessoa tem 25)
– Nossa, tô chegando na casa dos 30 e não fiz nada SOCORR

 

Minha resposta para essas perguntas poderia ser apenas isso:

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Mas, miga, senta aqui e vamos conversar.

 

Ouço seguidamente comentários sobre crise de idade, seja ela dos 30 ou 40. Mas dos 20 eu confesso que é um fenômeno meio recente. Será que estamos ficando velhos cedo demais?

 

Não. Todos nós estamos jovens. Até porque não existe gente velha, existe gente experiente. Inclusive, o que tem de pessoas acima dos 80 fazendo esportes radicais enquanto fico em casa bebendo cerveja e assistindo a Friends é um negócio absurdo.

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Mas a principal questão é: por que nos cobramos TANTO? O tempo todo nos questionamos o motivo de não estar “dando certo” na vida. Isso leva para outra pergunta: o que é “dar certo”?

 

Está OK se você não se formou com a idade que imaginou, se ainda não está se dando muito bem no trabalho, se ainda não encontrou o que quer fazer da vida. A gente nasce e vive sem manual de instruções e é impossível saber qual é o tempo certo das coisas. Se a gente soubesse, Walter Mercado não teria feito tanto sucesso.

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Essa é a graça da vida, glr. Mesmo a gente se sentindo trouxa todos os dias, o bacana é viver e ter histórias para contar e coisas para aprender. BRUNA FERNANDO ABREU.

 

Além disso, VAMO COMEÇA A VALORIZA AS COISA QUE A GENTE TEM? Ok, eu também sou assim. Sempre espero mais de mim e ainda não acredito que não ganhei meu primeiro milhão. Mas, poxa. Tenho uma família maravilhosa, um namorado lindo, amigos fofoletes, saúde, emprego e umas cervejinhas na geladeira. Quero mais? ÓBVIO. Precisa ser logo? NÃO.

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Por isso, migos e migas, não exijam tanto de vocês e aproveitem o que vocês têm. O negócio não é abrir mão dos sonhos, mas entender que o nosso tempo nem sempre é o certo.

 

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Entre amor e ódio: horário de verão

20 / 10/ 2015

 By Bruna Schneider

Tá aí um negócio que a gente é obrigado: horário de verão. A não ser que você more em algum dos estados em que a mudança não é aplicada, bom, você precisa mudar o seu relógio e se adaptar.

 

Esse é o problema: se adaptar. MDS COMO É RUIM NOS PRIMEIROS DIAS.

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Mas há quem defenda que é ruim sempre, ao contrário de outros que defendem o calor e o sol exuberante até mais tarde com unhas e dentes. Outros ainda acham que é só uma forma de você ser enganado pela vida achando que tá saindo mais cedo do trabalho.

 

Por isso, após uma rápida enquete no site feice, compartilho aqui coisas que todo mundo sente sobre o horário de verão:

 

– Antes do horário de verão: não vejo a hora de mudar o horário! Aquele solzinho depois do trabalho <3 <3

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– No sábado à noite: COMO ASSIM JÁ SÃO DUAS DA MANHÃ? SOCORRR

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– Domingo à noite: COMO ASSIM JÁ TERMINOU O FINAL DE SEMANA?

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– Segunda de manhã: se sentindo atropelada feat enterrada parecendo que acordou às 5h.

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– Segunda no final da tarde: ok, o horário de verão parece legal. O dia tá bem bonito e dá para aproveitar mais hihihi

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– Em fevereiro: NÃO AGUENTO MAIS 40ºC DE NOITE ME LEVA DEUSSS

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E você, ama ou odeia o horário de verão?

 

Imagens: Web/Reprodução

 

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NÃO, OBRIGADO.