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Foca na fé que 2016 vai ser melhor sim!

31 / 12/ 2015

 By Bruna Schneider

Todo final de ano é a mesma coisa: enquanto você ouve algum axé do verão, pula algumas ondas e vê os fogos de artifício (que na verdade só fazem barulho e nada mais), o sentimento é um só: o desejo que o próximo ano seja incrível. É por isso que existe uma penca de simpatias e que as lojas vendem mais lingeries nessa época do que no Dia dos Namorados.

 

 

A virada do ano é quase mística. Mexe com os instintos de todo mundo. Até os mais céticos irão concordar que nessa época brotam bons sentimentos e a esperança de um amanhã mais legal do que o 7×1 que já vivenciou. A gente acredita. Se isso é bom ou não, não importa. Mas o sentimento coletivo diz para apostarmos mais uma vez.

 

 

Eu nunca fui muito adepta a mandingas e simpatias. Nada contra. Só não acredito. Já passei o ano novo com cores escuras, meio gótica suave, e to aí, de boas. Também nunca enfiei 84 uvas na boca enquanto recitava algum cântico gregoriano pulando com um pé só porque pretendo começar o ano com saúde e não engasgada e com uma perna quebrada. Mas cada um cada um.

 

 

Minha única simpatia é ter muita fé no futuro. Muita, muita mesmo. E no final do ano isso fica ainda mais evidente, em um misto de sentimentos que envolvem a vontade de ver o ano acabar e a crença de que o próximo ano será especial. É sempre assim.

 

Que você tenha muita esperança no próximo ano e que você alcance o que deseja. A gente sabe que 2015 foi difícil pra todo mundo, mas que tal apostar no futuro com bom humor e credulidade? Podem contar comigo para dividir as tragicomédias cotidianas aqui no blog e tentar deixar tudo um pouco mais divertido.

 

Bom Ano Novo pra vocês e voltem com saúde.

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Imagens: Reprodução/Web

instagram.com/margotmagazine

 

 

 

Alguém aí falou em projeto verão?

17 / 12/ 2015

 By Bruna Schneider

Chega o calor e com ele vem:

 

a) Mosquitos
b) Suor
c) Ônibus lotado feat. falta de desodorante
d) Queimaduras solares
e) Academia
f) Todas alternativas anteriores

 

Infelizmente a gente é obrigado a aguentar as quatro primeiras alternativas. A quinta não.

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Não sei vocês, mas já vi uma penca de academias com cartazes na frente dizendo “não perca tempo, perca a barriguinha. Projeto verão 2016”. Sério. Além do péssimo argumento, causar comoção geral devido a uns quilos a mais não é a melhor saída.

 

É super OK querer emagrecer, “perder uns quilinhos” e tal. Mas por que só no verão? Ah, porque ninguém quer passar vergonha de biquíni, não é?

 

Mas gente, passar vergonha é fazer o Cunha, mandar carta pra Dilma ou mandar nudes pra família. Estar fora dos padrões estéticos vestindo biquíni não é motivo para ter vergonha. Cês tão lokas?

 

Ninguém é obrigado a deixar de vestir o que gosta por medo do que vão pensar. Afinal de contas, quem se importa?

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Por isso, antes de cogitar uma dieta ou uma academia para poder usar biquíni, vista um e seja feliz.

 

Fotos: Reprodução/Web

 

instagram.com/margotmagazine

Não leia os comentários

10 / 11/ 2015

 By Bruna Schneider

Tem um negócio que anda estragando meus dias, me dando uma GASTURA. Isso se chama: ler os comentários. Pode ser nas redes sociais ou sites de notícias. Não importa. Minha curiosidade jornalística (que desculpa!) encaminha meus olhos diretamente ao campo de comentários do que quer que seja. Fico me perguntando sobre o que será que as pessoas pensam sobre determinado assunto, principalmente quando algo é meio ~polêmico~.

 

Que erro.

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Em 80% das vezes saio decepcionada dessa sessão de tortura que é ler os comentários. As exceções são quando a página é de humor e as pessoas têm boas piadas ou memes sobre algum assunto. Inclusive, alguns até vêm parar no blog. He he. Mas em geral não é assim não.

 

Nessa semana a Revista Época divulgou a sua nova capa com a chamada A Primavera das Mulheres. Na publicação há uma matéria sobre a forte onda do feminismo nas ruas e redes sociais. Os comentários sobre isso?

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Esse é apenas um caso de CAÇA-BAD. Ler comentários é caçar bad. É querer ficar na pior. É CADA COISA!

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Eu realmente me espanto com a capacidade do ser humano em despejar ódios e revoltas atrás de um computador. É fácil, né? O que falar daqueles comentários racistas feitos em uma publicação da atriz Taís Araújo? Gente, que mundo é esse?

 

Decidi não ler mais os comentários. A não ser o de vocês aqui no blog <3 ou em posts de nível light. Tretas em comentários? Não mais. Já que a gente não tem mais como se desvencilhar de tanto ódio e preconceito no mundo, pelo menos nas redes sociais quero estar a salvo. 

 

Imagens: Reprodução/Web

 

instagram.com/margotmagazine

 

 

Reflexões sobre a tão falada crise de idade

26 / 10/ 2015

 By Bruna Schneider

Faço 23 anos essa semana. Não estou dizendo isso porque quero presentes e tal – mas não ficarei brava se me derem – e sim porque vi reações desse tipo:

 

– Nossa, tô ficando velha MDS
– Nossa, que sdd dos meus 23 (e a pessoa tem 25)
– Nossa, tô chegando na casa dos 30 e não fiz nada SOCORR

 

Minha resposta para essas perguntas poderia ser apenas isso:

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Mas, miga, senta aqui e vamos conversar.

 

Ouço seguidamente comentários sobre crise de idade, seja ela dos 30 ou 40. Mas dos 20 eu confesso que é um fenômeno meio recente. Será que estamos ficando velhos cedo demais?

 

Não. Todos nós estamos jovens. Até porque não existe gente velha, existe gente experiente. Inclusive, o que tem de pessoas acima dos 80 fazendo esportes radicais enquanto fico em casa bebendo cerveja e assistindo a Friends é um negócio absurdo.

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Mas a principal questão é: por que nos cobramos TANTO? O tempo todo nos questionamos o motivo de não estar “dando certo” na vida. Isso leva para outra pergunta: o que é “dar certo”?

 

Está OK se você não se formou com a idade que imaginou, se ainda não está se dando muito bem no trabalho, se ainda não encontrou o que quer fazer da vida. A gente nasce e vive sem manual de instruções e é impossível saber qual é o tempo certo das coisas. Se a gente soubesse, Walter Mercado não teria feito tanto sucesso.

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Essa é a graça da vida, glr. Mesmo a gente se sentindo trouxa todos os dias, o bacana é viver e ter histórias para contar e coisas para aprender. BRUNA FERNANDO ABREU.

 

Além disso, VAMO COMEÇA A VALORIZA AS COISA QUE A GENTE TEM? Ok, eu também sou assim. Sempre espero mais de mim e ainda não acredito que não ganhei meu primeiro milhão. Mas, poxa. Tenho uma família maravilhosa, um namorado lindo, amigos fofoletes, saúde, emprego e umas cervejinhas na geladeira. Quero mais? ÓBVIO. Precisa ser logo? NÃO.

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Por isso, migos e migas, não exijam tanto de vocês e aproveitem o que vocês têm. O negócio não é abrir mão dos sonhos, mas entender que o nosso tempo nem sempre é o certo.

 

Imagens: Reprodução/Web

 

instagram.com/margotmagazine

 

 

Entre amor e ódio: horário de verão

20 / 10/ 2015

 By Bruna Schneider

Tá aí um negócio que a gente é obrigado: horário de verão. A não ser que você more em algum dos estados em que a mudança não é aplicada, bom, você precisa mudar o seu relógio e se adaptar.

 

Esse é o problema: se adaptar. MDS COMO É RUIM NOS PRIMEIROS DIAS.

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Mas há quem defenda que é ruim sempre, ao contrário de outros que defendem o calor e o sol exuberante até mais tarde com unhas e dentes. Outros ainda acham que é só uma forma de você ser enganado pela vida achando que tá saindo mais cedo do trabalho.

 

Por isso, após uma rápida enquete no site feice, compartilho aqui coisas que todo mundo sente sobre o horário de verão:

 

– Antes do horário de verão: não vejo a hora de mudar o horário! Aquele solzinho depois do trabalho <3 <3

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– No sábado à noite: COMO ASSIM JÁ SÃO DUAS DA MANHÃ? SOCORRR

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– Domingo à noite: COMO ASSIM JÁ TERMINOU O FINAL DE SEMANA?

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– Segunda de manhã: se sentindo atropelada feat enterrada parecendo que acordou às 5h.

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– Segunda no final da tarde: ok, o horário de verão parece legal. O dia tá bem bonito e dá para aproveitar mais hihihi

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– Em fevereiro: NÃO AGUENTO MAIS 40ºC DE NOITE ME LEVA DEUSSS

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E você, ama ou odeia o horário de verão?

 

Imagens: Web/Reprodução

 

instagram.com/margotmagazine

 

 

Cabelo ruim? Não sou obrigada

06 / 10/ 2015

 By Bruna Schneider

Antes de qualquer coisa, vou explicar esse título. Não entenda que ninguém é obrigado a ter um cabelo ruim. O que quero dizer é que ninguém é obrigado a ter um cabelo chamado de ruim. Afinal, o que é cabelo ruim?

 

Voltando algumas casinhas, preciso contextualizar o negócio aqui. Se você passou ontem o dia inteiro assistindo pay-per-view da Fazenda e não viu a treta que rolou, eu te explico.

 

Um integrante da banda Fly disse para a revista Atrevida (que ano é hoje?) que a trança é perfeita pra quem tem cabelo ruim. O que, fio? Sim, é isso mesmo. Antes de eu rodar a baiana, uma pausa.

 

Esse Fly não é o dançarino da Xuxa. É uma banda mesmo.

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Além desse absurdo (o de falar do cabelo das meninas, não o de não ser dançarino da Xuxa), os KIRIDOS ainda falaram que “pelo loiro é feio” e que menina que posta foto de biquíni precisa se portar como uma menina. AHN?

 

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Gente, não sou obrigada a ler esse tipo de coisa em pleno 2015. E o pior é que árvores morreram para que esse tipo de coisa fosse publicado.

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RIP

Eu gastaria metade da página com um único recado:

 

VOCÊS PODEM USAR E SER O QUE QUISEREM, GATAS.

 

Por fim, além de eu estar de luto pelas pobres árvores que morreram para isso ser publicado, estou de luto por essa banda que nem nasceu direito e já está:

F A L E C I D A.

 

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Chuva no Sul: 6 coisas para fazer enquanto chove chuva

25 / 09/ 2015

 By Bruna Schneider

Se você mora no Rio Grande do Sul, ler ou ouvir a palavra “chuva” lhe causa arrepios. Se você não morar aqui pelo Sul, não pense que não gostamos de dias nublados, algumas pancadas de chuva e um clima invernal. A gente até gosta, principalmente para ficar em casa lendo um bom livro, comendo ou assistindo seriados. O problema é:

NÃO PARA MAIS DE CHOVER!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

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Faz uns 250 dias que está chovendo S E M  P A R A R. E no único dia que deveria fazer um solzinho tímido, choveu de novo. Mais chuva no Sul. 

 

E para prestar um serviço de utilidade pública gaúcha aqui, listo seis coisas que você pode fazer enquanto não para de chover.

 

1 – Fazer um remake do clipe “Água”, da Scheila Mello (o vídeo é autoexplicativo).

 

2 – Curtir aquela ~bad~ com efeitos especiais de filmes. Afinal, quem nunca se encostou na janela enquanto chovia lembrando do crush?

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Quem nunk?

 

3 – Usar sua capa de chuva superestilosa “tendença” em Milão.

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O problema é que você não é modelo nem idiota, muito menos a Peppa Pig para pisar em uma poça d’água por querer.

 

4 – Descer as cataratas do Niágara da rua.

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5 – Mandar a falsiane tirar o ~cavalinho da chuva~.

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6 – Protestar contra a chuva, como fez o mito da meteorologia gaúcha Cléo Kuhn.

 

E vocês? Preparados para mais 245 dias chuvosos?

15 situações em que a vida te faz de otária

01 / 09/ 2015

 By Bruna Schneider

Costumo dizer que todo dia é um 7×1 diferente. A primeira derrota é quando toca o despertador e o sono é maior do que qualquer coisa nesse mundo. Maior, inclusive, que a barriga da falsa grávida de Taubaté.

 

A última derrota do dia, bem, não há uma última. Há apenas aquele recadinho de “amanhã tem mais”.

 

“Ah, Bruna. Também não é assim…”. Sim, migas. É assim mesmo. E eu vou ilustrar aqui 10 situações que provam como a vida nos faz de otários todos os dias. E não é nenhuma mágoa pessoal não. Para a construção desse post, contei com a ajuda dos meus lindos amiguinhos de feice. Obrigada pela colaboração de todos <3

 

1 – Quando você vê aquela promoção maravilhosa e é dia 31. Falta muito pro dia 5?

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2 – Quando você compra uma peça de roupa em um site de compras chinês, pede tamanho XGG e ela vem assim:

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3 – Quando o app de clima erra a previsão do tempo.

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4 – Quando você baixa aquele filme MARA e a legenda vem em coreano.

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5 – Ou então quando você clica em fazer o download da música nova da Beyoncé e acaba baixando o último lançamento do Pablo do Arrocha.

 

Crédito: Instagram Pablo

 

6 – Quando você se programa para chegar na hora de um evento e ele começa mais tarde porque o resto do pessoal não chegou.

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7 – Quando um mês tem três feriados e TODOS CAEM EM FINAL DE SEMANA.

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8 – Quando acaba o seu pacote de internet e você não tem mais créditos para renovar.

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9 – Quando você está chegando na parada e o seu ônibus está mesmo saindo. Toda uma vida de trouxa passa pelos seus olhos.

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10 – Aliás, qualquer experiência com transporte público. É pra se sentir muito otariane.

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11 – Quando você conta uma piada e precisa explicar porque ninguém entendeu.

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12 – Quando subestimam a sua capacidade. QUE BAD.

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13 – Quando a falsiane rouba os créditos do seu trabalho.

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14 – Quando alguém visualiza a sua mensagem e não responde.

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15 – Aquele momento entre você nascer e chegar ao juízo final. Ou seja: SEMPRE.

Créditos: Bonecas Trouxas

 

E você, quando se sente um(a) otário (a)?

 

Imagens: Reprodução/Web

 

 

Um dia na vida de uma pirada por comida

17 / 08/ 2015

 By Bruna Schneider

Tem gente que não entende a minha fissura por comida. O que é estranho, pois COMO ASSIM VOCÊ NÃO AMA COMER? Com tantas coisas lindas e gostosas pelo mundo, é até estranho ver que alguém não gosta de se deliciar comendo como se não houvesse amanhã.

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Foto: Tiago Heckler/Buffet Paulinho Pilatti

 

Para que ALGUMAS PESSOAS AÍ entendam como é ser um apaixonado por comida, vou registrar como é um dia sendo desse ~jeitinho~.

 

06h30: Aff, maldito despertador. Quero ficar o dia inteiro na cama. O que será que vou almoçar?

 

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07h00: O que tem pra comer antes de ir trabalhar? Hum, vou comer iogurte com granola. Comi demais ontem à noite e preciso continuar cabendo nas minhas calças. Ok. Iogurte com granola.

 

08h00: O que será que tem pra comer aqui no trabalho? Devo ter deixado alguma bolacha por aqui…

 

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10h00: Já se passaram três horas desde que comi pela última vez. Disseram pra comer de 3/3 horas. Acho que vou pegar essa bolacha integral aqui. Preciso me cuidar mais.

 

11h00: Ai, que fome. E esse almoço que não chega?

 

11h30: Nossa, que demora pra chegar o almoço.

 

11h45: Volta o É O Tchan formação original, MAS NÃO CHEGA O ALMOÇO.

 

11h45

 

12h00: Finalmente chegou a HORA DO MARMITEXXXXX

 

12h

12h02: Aff, não guento mais massa com molho. TODO DIA. Eu deveria saber fazer sushi. Ou deveria ter dinheiro pra isso todos os dias.

 

12h30: Bah, bem que poderia ter um docinho aqui. Um chocolatinho…

 

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14h00: Acho que exagerei no almoço. Ainda não tô com fome.

 

15h00: Meu Deus, que fome. Tô sem nada aqui. Vou na padaria pegar um iogurte.

 

15h30: NOSSA, MEU DEUS, ESSE PÃO DE QUEIJO COM CHOCOLATE É DIVINOOOO

 

15h30

 

17h30: Tá quase na hora de ir embora. Tenho aula hoje e preciso comer alguma coisa pra não sentir fome na faculdade. A comida é muito cara lá.

 

17h45: Vou comer o resto dessa bolacha integral. Exagerei no almoço. E no pão de queijo.

 

19h00: É só pisar na faculdade que dá fome. Vou jantar no restaurante universitário. Até é bom que janto cedo, dizem que comer antes de dormir engorda.

 

19h

 

21h00: Que vontade de um docinho… Queria morar no Instagram da Jiang do Masterchef…

 

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Foto: Reprodução/instagram

 

22h30: Finalmente em casa. QUE FOME. Vou jantar de novo. Dane-se. Amanhã eu como um iogurte com granola e bolacha integral.

 

22h30

 

Você também é uma pirada por comida?

 

Imagens: Web/Reprodução

Dicas para se livrar de agosto, mês do desgosto. Ou do… cachorro louco.

11 / 08/ 2015

 By Bruna Schneider

Quem nunca ouviu falar que agosto é o mês do desgosto ou, popularmente falando, MÊS DO CACHORRO LOUCO?

 

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Eu já. Inclusive, ano passado o mês de agosto soube ser bem cretino – espero que esse ano isso não se repita. E como eu sou bem legal e tenho experiência no assunto comprovada em curriculum vitae, separei algumas dicas para você se livrar do desgosto que o oitavo mês do ano oferece.

 

Livre-se das falsianes

Se a vida já é difícil, imagina com as falsianes por aí. A dica é se livrar de todas elas, porque você não é obrigada a ter que lidar com mais isso na sua vida. Não sabe como identificar uma falsiane? Miga, isso é assunto para outro post.

 

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Deletando já!

 

Coma sushi (ou qualquer coisa que você ame)

Quem me conhece sabe que eu sou a louca do sushi. Além disso, sou madura o suficiente para resolver uma bad comendo peixe cru. Quer dar um up no mês do cachorro louco? Coma aquilo que você gosta. Comer faz bem e deixa todo mundo feliz <3
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Sim, sushi é o novo Rivotril da classe média. 

 

Assista à sua série favorita

Uma maratona de séries sempre vem bem. Escolha a sua preferida, pegue uma cerveja e se divirta. Isso faz você esquecer das cretinices da vida por algumas horas, pelo menos. Aliás, estou assistindo a Friends pela quinta vez. Sou idiota por continuar rindo das mesmas piadas? 
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Quem nunca?

 

 

Ligue o “foda-se”

Importar-se demais com as coisas pode ser prejudicial. Às vezes pode ser bom ligar o “foda-se” e deixar as coisas como estão. Até porque ninguém é obrigado a ter rugas por causa de tretas alheias. Não é?

 

Abaixo, um vídeo/música que pode ser útil para o mês do desgosto. Do cachorro louco. Do gato preto. What ever. 

 

 

 

Pode dançar também, se quiser.

E vocês, o que fazem para aliviar o mês do desgosto?

 

Imagens: Reprodução Web