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Dia do amigo: cinco tipos de migos que todo mundo é obrigado a ter

20 / 07/ 2015

 By Bruna Schneider

Hoje é Dia do Amigo! YAY! Dia de agradecer àquelas criaturinhas que surgiram na nossa vida para dividir risadas, cervejas, desabafos e ódios. Afinal, tem coisa que junta mais as pessoas do que o ódio em comum? Tem não.
Aproveitando o dia de hoje, listo aqui cinco tipos de amigos que todo mundo é obrigado a ter. Se você ainda não tem, dê um jeito de arrumar e se livre daquela falsiane que está do seu lado.

 

Miga (o) que te dá a real.
Uma das melhores coisas de se ter um amigo é ter alguém em quem confiar. É do tipo de pessoa que vê você colocar aquela saia cropped dois números a menos e diz que tá feio. Ou que te vê fazendo fiasco no Facebook e diz: MIGA, PARA QUE TÁ FEIO. Todo mundo precisa de alguém assim.

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Miga (o) que divide comida com você.
Tem coisa melhor do que ver o seu amigo chegar com uma cuca, um bolo ou uma barra de chocolate e dizer: trouxe pra gente? É muito amor

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Miga (o) que te aceita do jeito que você é.
O mundo tá tão cheio de gente chata que você não precisa mais disso perto de você. Você precisa de gente que aceite que você precisa do sábado à noite para descansar de uma semana cheia de trabalho, que entenda que o cheiro de produto de limpeza nas mãos não é intencional e que você precisa de umas cervejas para desestressar. Mais amor e menos julgamentos <3

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Miga (o) que conversa com você sem usar palavra alguma.
Você tem alguém que só de trocar alguns olhares já sabem do que estão “falando”? Isso também vale para quando você não está ok e sua miga percebe isso só pela sua cara, bem como sabe que você irá melhorar com um pedaço de chocolate.

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Miga (o) que sabe que mesmo não se vendo todos os dias, a amizade nunca vai mudar.
A vida muda tanto e exige tanto da gente que às vezes os caminhos acabam tomando rumos inesperados. Por vezes, isso acaba “afastando” a gente dos nossos migos. Mas migo que é migo sabe que mesmo você estando longe, haverá sempre uma janelinha de inbox ou WhatsApp para vocês conversarem sobre qualquer coisa que faça rir.

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Imagens: Reprodução web

Cinco looks que você JAMAIS deve usar em um encontro com o boy

15 / 07/ 2015

 By Bruna Schneider

Quem nunca esteve sozinha, carente, chateada com a vida e só querendo um boy-magia pra chamar de seu? Nesse caso, quando rola a chance de um primeiro encontro, não dá para bobear: acertar no look é FUNDAMENTAL para conquistar um cara. Por isso, aqui vão cinco dicas do que você NÃO deve usar nesse momento mágico e inesquecível da vida, que é o primeiro encontro.

 

1. Capacete

Capacete não dá, migas. Ainda mais se você e o boy forem a um restaurante, bar ou uma daquelas hamburguerias novas – e deliciosas – que têm por aí. Com o capacete fica muito difícil comer ou beber alguma coisa, e nós não somos de perder uma boa oportunidade de encher a barriga, não é mesmo?

 

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2. Luvas de boxe
Esse item é complicado por vários motivos, gata. Primeiro que você não tem como segurar talheres ou pegar a comida com a luva. Mas, Bruna. Você está dando muita importância para a comida. Sim, estou, me deixa. E, segundo, imagina ir ao banheiro com esses negócios nas mãos. Impossível! Risque isso da lista AGORA!

 

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3. Roupas/sapatos/acessórios com estampa Romero Britto.
Não pode porque é feio mesmo. Só isso.

 

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4. Make do Bozo
Motivos bem parecidos com os do primeiro item. É bem complicado comer ou beber com esse make nada tendência, bem como respirar. Além disso, é um pouco assustador também.

 

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5. Pisca-pisca
Tudo depende, né miga. Se for época de Natal, até não tem tanto problema assim. Mas se não for, você pode ser confundida com uma passista ou levar um choque mesmo.

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Imagens: Reprodução

No Dia Mundial do Rock, as poderosas do estilo

13 / 07/ 2015

 By Bruna Schneider

Hoje, dia 13 de julho, é o Dia Mundial do Rock. É aquele dia que, com certeza, um amigo seu publicará uma piada infame com o Roque, aquele cara de voz grossa do Programa Silvio Santos. Mas, naturalmente, o dia é bem mais que isso.

 

Para quem não sabe, 13 julho foi escolhido porque nesta data foi realizado o megaevento Live Aid, em 1985, que reuniu diversas bandas em prol do combate à fome na Etiópia (Não Sou Obrigada também é informação útil!).

 

Aproveitando a data, selecionei (só) três musas do rock que são sinônimos da filosofia do não sou obrigada, que chutaram o balde e fizeram músicas mais do que memoráveis.

 

Joan Jett: Fundadora da banda The Runaways, fundou seu próprio selo, Blackheart Records, após ser rejeitada pelas gravadoras. Ela ainda está na ativa com a banda The Blackhearts e tem no repertório a clássica I Love Rock’n’Roll, que certamente você já deve ter ouvido por aí. Mas a blogueira que vos fala escolheu outra música para registrar aqui, que é bem mais não sou obrigada.

 

 

Janis Joplin: Dona de uma voz rouca contagiante, ela representou liberdade e quebra de paradigmas em vários sentidos. Foi uma das figuras mais marcantes de Woodstock e inspiração pra gente até hoje.

 

 

Patti Smith: A punk da lista é também poetisa. Além de artista, foi uma grande apoiadora do tratamento psiquiátrico para doenças mentais após perder seu marido e seu irmão no mesmo ano. Mais do que cantora, ela trouxe um toque só seu para a cena punk da época.

 

 

E, quanto a você: qual a sua musa favorita do rock?

 

Sete a um foi pouco

08 / 07/ 2015

 By Bruna Schneider

Hoje faz exatamente um ano que você estava sentado no sofá incrédulo ao ver a seleção brasileira levando SETE gols da Alemanha na semifinal da Copa do Mundo de 2014. Há quem diga que ouve a voz do Galvão Bueno falando “goool da Alemanha” todos os dias antes de dormir. Complicado.

 

Você pode até ter ficado muito chateado com tudo isso ou chorado com o discurso do David Luiz dizendo que queria fazer o povo feliz e bla bla. Mas gente, eu acho que o sete a um foi é POUCO. Por isso, escolhi sete (olha só o trocadilho) imagens que explicam o porquê de ter sido pouco.

 

Neymarzetes que fazem tatuagem – no coments – do Neymar. 1×0.

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Para quem não sabe, essa é a capa do próximo álbum do Naldo. By Romero Britto, é claro. Dispenso comentários aqui. 2×0.

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Essa é a Geisy Arruda tentando ser Britney. SÓ QUE NÃO NÉ MIGS? Só essa montagem merecia uns 5×0, mas aqui serei generosa e contarei só mais um gol. 3×0.

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A novela Em Família terminou faz tempo, mas ainda não superei o desastre não só da trama, mas também da maldita flauta do Laerte. A flauta deveria ter ganhado um Melhores do Ano do Faustão. 4×0.

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Para quem não sabe, um dos 27 Kens Humanos brasileiros morreu faz um tempinho e a Susi humana, a sua então namorada, ficou megachateada. O que ela fez? Jejum por sete dias? Doou as roupas do falecido para instituições de caridade? Criou uma ONG para crianças que querem fazer 79 plásticas faciais? NÃO! Fez um ensaio sensuél de luto. Isso merece um GOOL DA ALEMANHA. 5×0!

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Só para não dizer que não falei das flores, o migo aí abaixo é o Dani Alves, um dos jogadores que levou o 7×1 na cara e essa é só uma das fotos ~exóticas~ do Instagram dele. SETE A UM FOI POUCO! 6×0.

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Como uma Copa do Mundo daria certo se já de cara a gente foi obrigado a ver Claudjenha Leitte sendo acusada de Galinha Pintadinha na cerimônia de abertura????? Ainda não superei. 7×0.

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Bom, o gol 1 do Brasil a gente deixa assim. Por enquanto, vamos superando que o hexa ainda vai demorar.
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Imagens: Reprodução Web 

 

 

 

 

 

Dietas? Não sou obrigada.

29 / 06/ 2015

 By Bruna Schneider

Acabei de almoçar um prato de fricassê com muito requeijão e arroz, resquícios de um domingo de comida maravilhosa, popularmente conhecido como “soborô”.

 

Estava uma delícia, diga-se de passagem, e foi uma ótima forma de começar a semana bem no dia mundial da dieta. Sim, porque toda dieta começa na segunda-feira.

 

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Mas não, eu não estou de dieta. E acho que nem ficarei nos próximos meses – talvez anos. Ah, acho melhor definir o tipo de dieta que estou falando. Patrulha da alimentação saudável: não me condene. Sei que ter uma vida saudável é bacana, existem pessoas que realmente precisam de dietas por problemas de saúde e tal. Mas aqui eu me refiro àquelas dietas que possuem um único objetivo: emagrecer.

 

Antes de qualquer coisa: QUEM FOI QUE DISSE QUE A GENTE PRECISA SER MAGRA? “Todo mundo”, você pode pensar. Mas lembre o que sua mãe dizia quando você era pequena (o): 

 

VOCÊ NÃO É TODO MUNDO.

 

Não entendo mesmo essa obsessão em perder peso à la loca. Sério. Já vi gente comendo atum no café da manhã porque carboidratos não estavam permitidos. Vi até gente comendo TORRESMO às 7h da matina porque era proteína e engordava menos que pão.

 

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Presenciei casos de migas que chegaram a lacrimejar quando eu contava que havia jantado uma pizza e até me olharam de cima a baixo como se eu tivesse cometido um pecado fatal.

 

Migas, pra que complicar tanto as coisas? Se você realmente quer emagrecer como uma consequência de ter uma vida saudável, consulte um nutricionista e be happy. Mas se você só quer perder peso por perder, recomendo que revise seus conceitos.

 

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Particularmente, comer uma lasanha (moderadamente, claro), me faz muito mais feliz do que me ver ~magra~. Até porque o meu biótipo não sabe o que é um número de calça menor do que 40. Sério. E tô de boas assim.

 

Vamos rever a dieta e a balança?

 

Fotos: Web/Reprodução

TCC: sim, eu fui obrigada.

22 / 06/ 2015

 By Bruna Schneider

Estou em falta com vocês. Eu sei, desculpem-me. Mas vou explicar o motivo de eu andar ausente – e meio insuportável – nas últimas semanas. Tudo isso tem um único nome, na verdade três letras: TCC. Há pouco, terminei minha monografia e a apresentei para os professores avaliadores. Sim, deu tudo certo, todos saíram vivos, fui aprovada. Estou perdoada?

 

Bom, mas não vou ficar só de mimimi nesse post. Vou falar um pouquinho sobre tudo isso que acabou de acabar de modo que vocês se inspirem para alguma coisa. Pelo menos vou tentar. 

 

Quando fiz meu projeto de pesquisa, tipo, o meu pré-TCC, queria fazer sobre algo que estivesse relacionado a cinema (estou me formando em Jornalismo). Eis que fui proibida por forças maiores e tudo caiu por terra. Tive que fazer o projeto sobre qualquer coisa chata para ser aprovada naquela disciplina.

 

Ao procurar algum professor para me orientar, encontrei um que falou minha língua, rasgou o meu projeto anterior e me ajudou a fazer um trabalho sobre o que eu realmente queria (não vou aqui explicar meu TCC porque vocês não são obrigados e isso renderia um segundo post). O início desastroso fez com que eu pensasse que tudo daria errado. 

 

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Fazer minha monografia foi divertido. Sério. Há quem diga que é horrível e cheio de dor, sofrimento, ilusão e etc. Mas gente, foi muito bom poder aprender sobre algo que não constava na grade curricular do curso e que me proporcionou um conhecimento gigante. Tudo bem que tive que acordar cedo nos finais de semana e abdicar de algumas horinhas a mais na cama. Mas valeu a pena.

 

Bom, depois de idas e vindas nos capítulos, conceitos, leituras e blá blá, apresentei meu TCC para a banca avaliadora. Me aprovaram. Fim. Fim?

 

Pude aprender não apenas sobre cinema, aparatos, conceitos e etc. Aprendi que com esforço, dedicação e algumas horas a menos de sono é possível fazer algo muito bacana e satisfatório. Dá um orgulhinho, sabe? Além disso, é um sinal de que falta pouco para a faculdade acabar, é claro. Além disso, foi apenas mais um sinal que a vida deu me ensinando que dizer “amém” para tudo nem sempre é a melhor saída. Além disso, foi ao rasgar meu projeto inicial que pude ser feliz – de fato – agora. Segura essa!

 

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Se esse é o fim? Nunquinha. É só o começo. Agora é que os desafios, de fato, vão começar. Tem muita coisa boa vindo por aqui – pelo menos eu espero.

 

Imagens: Gifs/Reprodução Web

Cinco coisas que eu não sou obrigada a aguentar no inverno

25 / 06/ 2015

 By Bruna Schneider

Eu adoro frio. Sério. É muito bom viver sem ter que ficar suando 24 horas por dia ou, pior, suportando o desodorante vencido alheio. Além disso, as roupas de inverno são tão bonitas…  <3

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Foto: Reprodução/Web

 

Mas como tudo na vida, o inverno também tem o seu lado ruim. Por isso, listo aqui o Top Five das coisas que eu não sou obrigada a aguentar no inverno:

 

1 – Ônibus com vidros fechados: sério que as pessoas preferem pegar ebola ao invés de passar um pouco de frio? Já chega desse negócio de vidro embaçado cheio de vírus e bactérias, né? Cadê o bom senso, produção?

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Foto: Clebert Gustavo/A Rede – Reprodução

 

2 – Usar o computador: tarefa difícil essa de digitar em dias congelantes. Os dedos perdem a sensibilidade e as mãos parecem que vão cair a qualquer momento. Aliás, não sei nem porquê estou escrevendo esse post justamente em um dia que faz 10ºC . 

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Foto: Reprodução/Web

 

3 – Chuva+frio: sério, São Pedro, pra que fazer essa combinação? Tem coisas que simplesmente não combinam. Laranja e catupiry, Romero Britto e galeria de arte, pochete e ser humano, chuva e frio. Não dá, são coisas que simplesmente não ficam bem juntas. A prática de estar com os pés molhados no inverno deve ter sido utilizada como opção de tortura em tempos medievais.

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Imagem: Reprodução/Captura de televisão aberta

 

4 – Ficar longe da cama: cama e edredom estão para o inverno como Beyoncé e Jay-Z estão para a música: fazem muito sucesso juntos. Aquela dor e desilusão ao levantar às 7h da matina são coisas que só a terapia pode resolver. Ou o jeito é virar gótica suave mesmo.

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Foto: Divulgação

 

 

5 – Ficar linda e glamourosa em uma festa: Fica aqui o meu parabéns para as moçoilas que conseguem ahazar no look em noites de 8ºC. Não sei vocês, mas eu não saio sem três meias-calças, duas blusas, um casacão, cachecol, luva e gorro. Parecida com o boneco da Michelin sim, com frio nunca!

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Foto: Reprodução/Instagram Angélica

 

E você aí? Já parou a refletir sobre o que não é obrigado(a) a suportar no inverno?

 

E o que eu tenho a ver com isso?

05 / 06/ 2015

 By Bruna Schneider

Se você estava procurando água em Marte e não sabe o que tá rolando, bom, eu te explico. Eis que um comercial superfofo de Dia dos Namorados retratou alguns tipos de casais e, dentre eles, um casal composto por duas mulheres e outro por dois homens. Isso causou o maior frisson na timeline, tipo, até cansar. Tá, Bruna. Mas e daí? O lance é que algumas criaturinhas acharam a mídia ofensiva e houve até tentativa de boicote, etc e tal. Sim, é mais ou menos isso.

 

Um monte de gente já pitacou na polêmica, a maioria reforçando a ideia de que toda forma de amor é válida (a blogueira que vos fala também concorda, diga-se). Mas a questão que fica é:

O que as pessoas têm a ver com isso?

 

A tão sagrada família tradicional brasileira está em lágrimas porque pessoas do mesmo sexo estão se amando e COMO ASSIM ELES TÃO NA TV? Gente, tão querendo que eles fiquem no armário? Alguém avisa que é 2015? Brigada.

 

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Que mania que a gente tem de fiscalizar a vida alheia, né? Convenhamos, todo mundo é assim. Da miga que passou sombra cintilante verde à ex Miss Bumbum que virou evangélica. Sério, o que a gente tem a ver com isso?

 

Não é fácil desapegar de ser fiscal da existência privada. Eu sei. Inclusive, antes de escrever este post eu estava lendo uma matéria sobre o Neymar, que tatuou o rosto da irmã dele no braço. Já virei fiscal de tatuagem alheia.

 

Aliás, euzinha já incluí na minha lista de coisas para melhorar em 2015: demitir-me da função de pentelha da vida dos outros. O item tá junto com mantras como “não ser obrigada” e “tentar não assistir a um show da Beyoncé todos os dias”.

 

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p.s.: mas, vamos combinar, a tatuagem do Neymar… Tá, tá. Parei.

Ai, se eu te pego?

28 / 05/ 2015

 By Bruna Schneider

– É sério isso?

– O quê?

– Que você arranjou um encontro às escuras pra mim.

– É sim. Sabe, Cá, somos amigas desde a infância e você sempre esteve encalhada.

– Não é assim que funciona, Rê. Não fui SEMPRE encalhada.

– Ah, mas foi sim.

– Fui não. A questão é que eu não fico me apegando.

– Pois deveria. Aí não seria SEMPRE encalhada.

 

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Encontro às escuras. Isso mesmo. Cá, aos 35 anos, nesta altura da vida, sendo submetida a uma tática dessas para ver se “desencalhava”. Já fazia anos que ela reclamava sobre o fato de nunca conseguir um namorado, o quão era infeliz sozinha e todo um blá blá blá digno de um programa da Silvia Poppovic. Não se considerava tão feia, tinha um bom emprego e era legal. Não entendia o motivo de continuar solteira. Rê dizia que era porque ela não saía do trabalho para nada, focava em suas atividades e se esquecia da vida social. Mas Cá ainda achava que era o fato de vestir manequim 46.

 

Para o encontro escolheu uma saia que não usava há tempos e que estava dois números abaixo do seu. Nada que uma cinta modeladora do Dr. Rey não resolvesse. Passou um perfume que tinha ganhado da sua mãe e nunca usado. Tinha cheiro de baunilha. Era horrível, mas agora já era tarde, não tinha como tirar o cheiro. Chamou um táxi e foi para o restaurante italiano.

 

“Ele é moreno, cabelo raspado, nariz grande, forte e estará usando uma camisa branca”, havia dito Rê. Nariz grande? Whatever. Cá chegou ao restaurante e o viu sentado à mesa. Cumprimentou o rapaz e sentou-se. Ao invés de ela ouvir um “boa noite”, acabou ouvindo um sonoro “Que cheiro de baunilha! É você?”. Claro que ela negou, dizendo que o cheiro deveria vir da cozinha do restaurante.

 

Cá não sabia se estava insegura demais ou ele que estava prepotente ao extremo. Mas de uma coisa ela tinha certeza: não era obrigada a nada. O rapaz fez uma dissertação extremamente detalhada sobre suas incansáveis horas na academia e sobre o último show que fora do Michel Teló. “Sabe como é, tenho que aprender várias maneiras de dizer ‘Ai, se eu te pego’. Você me entende, não é?” Cá se limitava a dizer “sim, aham, que bom”. Mesmo não sabendo outra forma de se dizer “Ai, se eu te pego”.

 

Pediram pizza de quatro queijos e brócolis com rúcula. A metade com queijo era de Cá, que detestava qualquer coisa que fosse verde. Entre garfadas e mais garfadas, ele continuava o seu ensaio sobre a maravilhosa pessoa que era. Disse que queria ser um herói. “Que herói?”, questionou-lhe Cá. “Nenhum específico. Só espero um dia entrar no Big Brother, ficar rodeado por gostosas e ouvir do Bial que sou um herói. Deve ser o máximo”. Era a gota que faltava para ela ligar o automático do cérebro e assistir a novela das nove na televisão do restaurante. Não era obrigada.

 

Após comerem a pizza, ele perguntou no que ela trabalhava.

 

– Sou designer.

– Designer?

– É.

– Ah, entendi. Você desenha, né?

– Não exatamente.

– Ah, desenha sim. Fiz um cursinho online de designer…

– Design.

– É, design. Aprendi a desenhar no computador. É legal.

– É, talvez seja.

 

Não era obrigada a explicar suas funções para um herói de BBB. Levantou-se, jogou algum dinheiro sobre a mesa e disse que precisava ir embora. Ele perguntou se havia feito algo errado. Ela balançou a cabeça negativamente e partiu. Não havia respondido nada ao rapaz, mas sua consciência questionava: quantas maneiras existem de dizer “Ai, se eu te pego”?

 

Por que Mad Max é um filme sobre não ser obrigado

26 / 05/ 2015

 By Bruna Schneider

Se você nunca ouviu falar sobre a trilogia Mad Max, ou, mais precisamente, o último filme, Estrada da Fúria, você precisa resolver isso logo. É sério. Mas se você estiver com preguiça de pesquisar sobre o longa-metragem, a Bru te ajuda.

 

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Mad Max: A Estrada da Fúria aborda um mundo pós-apocalíptico onde a escassez de água e de outras matérias-primas faz com que água e combustível sejam moedas de troca. Isso faz com que Immortan Joe, um cara um pouco exótico, eu diria, se torne o líder de uma vila por ser dono de uma nascente de água e de uma penca de combustível. A insensatez dele é tanta que ele possui como “propriedade” um grupo de cinco mulheres que servem, única e exclusivamente, para reproduzir. Insano, não?

 

Mas é aí que surge a Imperatriz Furiosa, interpretada pela lindíssima Charlize Theron, com o apoio de Mad Max, e ajuda essas mulheres a sair da vila e ficar a salvo. Essa é a base da história. Ufa!

 

Mas o que isso tem a ver com o blog? Tudo!

 

O filme é mais do que inspirador para quem precisa de um empurrãozinho para não aceitar tudo aquilo que lhe é imposto. Afinal, ninguém é obrigado. Além disso, Furiosa é o exemplo de personagem do ano para se inspirar: ela não se cala perante as dificuldades, é poderosíssima e não leva desaforo pra casa. E, vamos combinar: não é preciso ser a Charlize Theron para ser tudo isso.

 

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À primeira vista, Mad Max é um filme que transpira ficção e fantasias malucas. Mas, vamos combinar: é bem parecido com os dias de hoje. A palavra-chave é libertação, seja ela qual for, de estereótipos, de insensatez, de não ser obrigada.

Por falar nisso, já reparou o look desconexo e divino da Jennifer Lawrence?